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Aproximo-me da janela para apreciar, de posse da paz divina, o céu azul.
Olho para o lado e vejo uma viajante bolha de sabão navegar o ambiente livre.
O seu reflexo expressava uma alegria, como se houvesse reconhecimento da felicidade própria.
Sua energia cintilante teve fim quando a inocente brisa jogou a leve bolha contra o concreto do arranha céu.
Ao nível da rua havia uma criança a perseguir com os olhos outras bolhas que tomavam o céu, as mesmas bolhas que estavam ao seu lado segundos antes.
...como gostaria de poder voar...
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