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Minhas pernas apertam a cadeira, os pés balançam sem parar, as mãos muito geladas estão sempre em movimento.
Escuto programas retardados na TV e olho para o lado sempre que a porta se abre para ver caras de pessoas estranhas que me julgam um estranho.
O coração bate forte por uma vontade praticamente impossível, pois a mente controla o corpo que se contém ao limite para dar as costas.
A cabeça está longe... bem longe, kilometros de distância, só vem me visitar quando se depara diante de algo que valha a pena.
A garrafa já transbordou e continua a derramar de tão cheia, molhando tudo!
Calma... não saia correndo ainda, tenha pelo menos um pouco mais de paciência... mensurada em milésimos de segundos.
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