junho 06, 2012

32a volta ao redor do sol

Como já é costume, sempre escrevo sobre meu ciclo ao redor do sol na data que representa o meu nascimento, seis de junho. Mas te confesso que estou escrevendo isso em agosto, pois fiquei sem gosto de falar sobre a vida, apesar de ter claro em minha mente o quanto ela é fabulosa e ímpar. Fiquei sem gosto porque o que vejo ao meu redor não é a vida e sim uma máscara criada pelo homem, que disfarça a vida do que ela deveria e poderia realmente ser.

Pois essa criação humana aperta o próprio homem e o consome, humanos consumindo humanos em benefício do egoísmo, de uma segregação que concede o poder para poucos em detrimento do sofrimento da maioria. E isso pode ser visto nas diversas camadas das sociedades humanas, onde o controle do comportamento e das ações sociais perpetuam a solidez desta criação, algo que corrompe a mente humana e se infiltra profundamente atingindo as mais puras ideologias e religiões.

Retirando a casca que cobre e destrói a terra, a vibração que consome a mente humana e as ideologias hierárquicas que concede poderes ilusórios, a vida no planeta terra é uma dádiva, um presente divino, pois dentre toda a existência da realidade física do universo, somos extremamente sortudos em estar vivo e grudado em um planeta tão fabuloso, um lar repleto de belezas, de cores, cheiros e lugares tão perfeitos que marcam a mente humana, nos mostrando como a vida é simples e o potencial que nós humanos temos de cuidar com harmonia a nossa existência no planeta terra.

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